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εïз Sobre Mim εïз
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Eu Sou...
Uma menina mulher...
Que vivia num mundo...
Cor de rosa...
E finalmente acordou...
Para ser feliz...
Sejam Bem-Vindos!
Paty
εïз Tem me visitando εïз
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εïз Você Ouve εïз
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Detonautas
Você me faz tão bem
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εïз Acompanhe εïз
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Detonautas
Você me faz tão bem
Quando eu me perco
É quando eu te encontro
Quando eu me solto
Seus olhos me vêem
Quando eu me iludo
É quando eu te esqueço
Quando eu te tenho
Eu me sinto tão bem
Você me fez
Sentir de novo
O que eu já não
Me importava mais
Você me faz tão bem
Você me faz
Você me faz tão bem
Quando eu te invado
De silêncio
Você conforta
A minha dor
Com atenção
E quando eu durmo
No seu colo
Você me faz
Sentir de novo
O que eu já não
Sentia mais
Você me faz tão bem
Você me faz
Você me faz tão bem
Você me faz
Você me faz tão bem
Você me faz
Você me faz tão bemv
Não tenha medo
Não tenha medo
Desse amor
Não faz sentido
Não faz sentido
Não mudar
Esse amor
Você me faz
Você me faz tão bem
Você me faz
Você me faz tão bem
Você me faz
Você me faz tão bem
Você me faz
Você me faz tão bem
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εïз Créditos εïз
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Blog no ar desde Set/2008
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εïз24 de outubro de 2008εïз
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Post entre amigos
Tudo começou com minha queriida amiga Dani, que começou uma história nos dando a função de terminá-la. A Karina seguiu com sua parte e depois veio a Laura, aimeudeus, agora é minha vez. Depois de mim nosso querido Paulo vai terminá-la e escolherá também um título para ela.
A Dani escreveu...
Sentada em silêncio profundo, só conseguia ouvir o barulho de seu relógio de pulso e as batidas descompassadas de seu coração. Encarava o envelope sobre a mesa. Em um misto de medo e ansiedade, pensava em todo o trajeto de sua vida até aquele momento. Decidiu então, que, aquela, não era a melhor hora. Se esparramou no sofá, e com o controle na mão, zapeou todos os canais da TV à cabo. Sem prestar atenção em absolutamente NADA!
Karina completou com...
A carta ficou alí, imóvel durante 4 dias. Na terça-feira chegou em casa e nem cerrou a porta ou sequer puxou a chave para o lado de dentro. Agarrou o envelope fortemente com a mão direita e sentou-se com as pernas cruzadas, como um índio. Aquilo já a consumira demais. Colocou, com calma, os cabelos que lhe caíam do rabo-de-cavalo atrás da orelha enquanto decidia se abria o bendito embrulho ou não. Pensava por quê ele estaria fazendo isso agora, depois de tudo o que passou. Esperara tanto dele, durante tanto tempo e agora, que já não esperava mais nada chega aquela correspondência que ela reconhece ser dele pela caligrafia e pelo seu "S" inconfundível mesmo após tantos anos. Abre o envelope com cuidado e vagarosamente, como se o fato de se demorar pudesse fazer com que seu conteúdo desaparecesse. Como ela gostaria disso. Tirou de dentro do embrulho um pequeno bilhete que dizia:"Little Miss Sunshine,Me encontre no lugar de sempre na próxima quinta às 20h.Tenho uma surpresa!PS: espero que você ainda se lembre do nosso lugar. Eu nunca o esquecí.Rainnig Day."
E a Laura...
Depois de intermináveis horas e dois dias terríveis finalmente a noite de quinta chegou. Faltava apenas uma hora. Vestiu aquele vestido de flores que ele tanto gostava, não sabia porque queria impressioná-lo. Sentiu raiva, tirou o vestido e colocou um jeans e uma camiseta. Depois de tanto tempo não havia motivo pra agradá-lo. Pegou sua bolsa e saiu de casa. Enquanto dirigia até aquele lugar mil pensamentos passavam pela sua cabeça. Afinal, o que será que ele queria? Era muita ansiedade, sentia muita raiva também, mas não podia deixar de se sentir um pouco feliz, sentia saudades. Chegou no cais as 20hs em ponto. Aquele lugar onde eles costumavam ir ver o sol se pôr, onde varavam as noites tomando vinho e sonhando com seus futuros. "Lembra aquela vez que ele caiu no rio? Foi muito engraçado!" Chega! Chega dessas lembranças! Conforme foi se aproximando da margem, foi vendo a sombra tomar forma e rosto. Ele estava mesmo ali lhe esperando, queria conter a emoção mas não conseguia. Correu e lhe deu um abraço apertado.
Agora sou eu...
Foram minutos que se pareceram horas, dias, semanas, de tanta saudade. Seu coração pulsava como nunca e seu corpo tremia como se tivesse um frio de matar. Mas era uma noite agradável de primavera e no fim, ele a olha com um sorriso singelo no rosto e diz. - Já não era sem tempo, né? - O que faz de volta? - Vim te buscar para, enfim, cumprir uma promessa. - Depois de tantos anos? - Eu prometi que cumpriria, agora que tenho como farei, vamos? - Onde? - Confia em mim.
Eles seguiram de mãos dadas até chegar em seu carro, onde ele se posicionou na direção e ela sem saber o que fazer sentou no banco do carona, com um pequeno gesto, ele tirou uma venda preta do seu bolso e a vendou, deixando-a ás escuras rumo ao desconhecido.
Agora é contigo Paulo, vamos ver como essa história termina.
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Postado às 12:35
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